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Visite também meu blog de Educação Física. No mês de fevereiro coloquei algumas atividades realizadas e que se encontram no livro acima, sem as ilustrações. Estas são apenas para entender como se processa a atividade.

educação física Obrigada!!!!!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Curso pela internet - CRIANÇA SEGURA

Como participar: Inscrições: até 07 de Outubro Início do curso: 17 de Outubro Carga horária: 60 horas Vagas: 800 http://www.pilhadigital.com.br/clientes_/criancasegura/email03/mail_multiplicador.html

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A educação do futuro: está na hora de reaprender a aprender

Nossos modelos educacionais foram concebidos no século XVIII, quando tudo precisava ser padronizado para ter grande abrangência. Mas 300 anos depois, é preciso rever alguns conceitos e preparar as pessoas para novos desafios
Por Rodolfo Araújo


Desde que direcionei minha carreira para a área de Treinamento Corporativo, tenho me interessado cada vez mais pela a área de Educação. Recentemente encontrei algumas correntes de pensamento questionando os atuais modelos pedagógicos, cujas implicações vão muito além da escola.

O ponto de partida, desta vez, é o excelente Disrupting Class: How Disruptive Innovation Will Change the Way the World Learns (McGraw-Hill, 2008), de Clayton Christensen e Michael Horn. Na obra, os autores fazem uma profunda análise do sistema educacional adotado, destacando seus prós e contras e, principalmente, sugerem uma radical solução de transformação.

Os autores valem-se, basicamente, a teoria de Inovação Disruptiva do próprio Christensen para fundamentar suas ideias que, embora espelhem o modelo americano, servem à maioria dos países, por adotarem metodologias semelhantes.

Grosso modo, o estudo parte do conceito de Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, que sustenta a tese de que cada pessoa tem um tipo particular de inteligência predominante, da qual desenvolve suas habilidades características. Gardner identificou ao menos sete diferentes características.

Um atleta ou bailarino, por exemplo, tem a Inteligência Cinética mais desenvolvida, que alia a coordenação dos seus movimentos a uma percepção espacial mais desenvolvida. Do mesmo modo, um artista terá como habilidade principal a Inteligência Estética ou a Inteligência Sonora, conforme o caso.

O reflexo disso no aprendizado é que cada uma destas predisposições influencia no modo como cada pessoa aprende. Se uma pessoa tem uma Inteligência Visual diferenciada, aprenderá melhor através de estímulos visuais - o mesmo se aplicando para as demais.

Ocorre que o sistema educacional ocidental foi desenvolvido com o objetivo de atender ao maior número possível de pessoas, numa época em que ainda não havia estudos mostrando as diferentes formas de aprendizado. Noutras palavras, as escolas hoje buscam a melhor maneira de ensinar - que não necessariamente coincide com a melhor maneira de aprender.

Esta padronização - que serviu muito bem ao objetivo da inclusão - deixa sérias lacunas no quesito efetividade. Enquanto alguns alunos se destacam por se adaptarem bem ao atual modelo, a maioria fica para trás, passando de ano aos trancos e barrancos. Em Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us, Daniel Pink deixa claro que passar na prova de Francês é uma coisa e aprender o idioma é outra, completamente diferente.

A solução apontada por Christensen e Horn apoia-se no aprendizado individualizado, possível através da informatização das salas de aula. Eles alerta, no entanto, que entupir as escolas de computadores está longe de ser a solução. Até porque a maioria das experiências neste sentido falhou no sentido de melhorar o nível do ensino, uma vez que continuavam reproduzindo o atual modelo de ensino.

Na proposta dos autores, softwares específicos preparariam os planos de aulas mais adequados à forma como cada aluno melhor aprende, a partir de bancos de conteúdos preparados pelos professores - e até pelos próprios alunos ou seus pais.

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O mais curioso desta proposta é que recentemente tive a oportunidade de experimentá-la na prática, mesmo sem saber. Por acaso comecei a assistir a um documentário da BBC, com o sugestivo título de Power, Proof and Passion - The Story of Science. O programa, dividido em seis episódios, busca responder às questões que mais intrigaram a humanidade desde os seus primórdios, como De que o mundo é feito? ou É possível ter energia inesgotável?

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-educacao-do-futuro/57841/- acesso:07/09/2011 às 13:24

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Obrigada por você acessar meu blogue!!!!!

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